segunda-feira, 15 de outubro de 2012


Igreja Matriz de Tutóia - 2009 - Foto: Agamenon Pedrosa
Prefeitura municipal

Judiciário Mensalão e a Comissão de Veneza



A inversão da ordem no julgamento do mensalão, fazendo com que Joaquim Barbosa leia seu voto sobre Duda Mendonça e Zilmar Fernandes antes do final da fatia anterior sobre lavagem de dinheiro, acontece por culpa da 91ª reunião plenária da Comissão Europeia para a Democracia pelo Direito, a Comissão de Veneza – órgão consultivo do Conselho da Europa sobre questões constitucionais.
Gilmar Mendes, que é membro-permanente do STF na Comissão, esteve em Veneza no fim de semana para participar da reunião. A passagem que o STF conseguiu encontrar com o melhor horário para o retorno foi uma da TAP.
Se o voo não atrasar, Mendes deixará o aeroporto de Brasília por volta das 16h e seguirá direto para o plenário do STF.

BEM-ESTAR

Capoeira Gospel reúne cerca de 90 crianças e adolescentes
Evento aconteceu no ginásio municipal do Rio Verde
09 às 00:00

Muitas apresentações foram realizadas durante o evento gospel (foto: Gilberto Espíndola)
A Prefeitura Municipal de Colombo, através do Departamento de Esportes, em parceria com a Igreja do Evangelho Quadrangular (12ª) promoveu, no último dia 5, no ginásio de esportes do Rio Verde, um evento de capoeira gospel chamado “Um Novo Tempo”, que reuniu cerca de 90 crianças e adolescentes do professor Ezequiel Monteiro, o Zig.

O prefeito J. Camargo, presente ao evento, parabenizou os participantes. A capoeira gospel também contou com a participação de pastores de Colombo. O professor Zig, que comandou as ações, disse que o objetivo foi entregar o cordel aos alunos das escolinhas e também um certificado de que eles estão aptos a passar para a fase seguinte. “Foi um evento muito bonito onde os alunos puderam mostrar o que aprenderam durante o ano”.

Na oportunidade, houve apresentação de hino gospel e de peça teatral. Também participaram professores de São Paulo e Joinville, além de pais e amigos das crianças e adolescentes. 

sábado, 6 de outubro de 2012

O piauiense vai ficar calado mais uma vez?


Coisa da novela As autoridades do Piauí precisam ficar atentas: a novela cheia de charme da Rede Globo é prejudicial à imagem do piauiense. Aquele personagem da empregada, com uma fala que de longe não tem nada a ver com a linguagem bem piauiense, remete a gente daqui à condição de imbecilizado, idiota e burro. E lá fora, já começa a pegar o jargão infame: “ela é assim porque veio lá do Piauí”. 

Coisa da novela 2 Este jornalista, depois de ter ouvido vários depoimentos de pessoas que se chocam com as cenas da tal Shaiene, levou o fato ao governador Wilson Martins que, surpreso, disse que iria ver os capítulos em questão. 
Martins precisa ver isso com a direção da Rede Globo. 

Coisa da novela 3 O personagem da ‘piauiense’ é de uma picareta, preconceituosa, grossa e que só fala errado, ingredientes que dão margem para outros personagens da novela justificarem tal condição, dizendo , alto e em bom tom que ela veio do Piauí. O autor dessa novela foi infeliz, mostrou que não conhece nada do Piauí.  

sexta-feira, 2 de março de 2012

Família de adolescente morta no Hopi Hari vai pedir R$ 3 milhões de indenização, diz advogado

    Imagem divulgada pela família mostra Gabriela Nichimura (última à esq.) momentos antes do acidente
    Imagem divulgada pela família mostra Gabriela Nichimura (última à esq.) momentos antes do acidente.
A família da adolescente Gabriela Yukari Nichimura, morta ao cair de um brinquedo no Hopi Hari, na última sexta-feira (24), vai pedir R$ 2 milhões de indenização ao parque de diversões, segundo o advogado Ademar Gomes, que representa a família. Outro pedido de indenização, no valor de R$ 1 milhão, será apresentado contra o município de Vinhedo, no interior paulista, onde fica o parque.
“Nós vamos pedir R$ 2 milhões de indenização por danos morais e materiais ao parque e também R$ 1 milhão à Prefeitura de Vinhedo, que permitiu que um parque desse porte funcionasse sem a devida manutenção”, disse Gomes nesta quinta-feira (1º).
Ainda segundo Gomes, os danos materiais estão relacionados a despesas com o enterro e a estada da família no Brasil por mais tempo que o previsto --eles moram no Japão e, inicialmente,  voltariam ao país no dia 17 de março.
De acordo com o advogado, a foto apresentada pela família, que mostra o verdadeiro assento no qual a garota estava, é “determinante” para o processo. Ele disse que vai pedir que os responsáveis sejam indiciados por homicídio doloso. “Eu entendo que houve dolo eventual. Eles poderão ir a júri inclusive, porque sabiam que aquele assento não poderia ser usado. Segundo eles, aquela cadeira estava desativada.”
A assessoria de imprensa do Hopi Hari foi procurada pelo UOL, mas ainda não comentou as declarações. Já a Prefeitura de Vinhedo informou, em nota, que ainda não foi notificada, mas que "o lamentável episódio aconteceu dentro de um espaço privado e que o município de Vinhedo, sob o aspecto legal, não tem responsabilidade". A prefeitura informou ainda que está colaborando com as investigações.

Entrevista dos pais

As informações foram dadas pelo advogado durante entrevista coletiva concedida pelos pais da garota em São Paulo. A mãe da adolescente, Silmara Nichimura, disse que não viu como a menina entrou em uma cadeira que deveria estar interditada.
"Minha filha era uma menina de 14 anos, em um parque. Ela estava totalmente feliz. Então, quando abriram os portões da nossa vez, ela e minha sobrinha saíram correndo. Quando eu cheguei com meu marido, nós ocupamos as duas cadeiras que sobraram e também já puxamos [a trava]. Então, na verdade, eu não posso dizer, porque ela chegou e sentou antes que eu chegasse."
De acordo com o pai da adolescente, Armando Nichimura, eles não foram os primeiros a usar o brinquedo no dia acidente, mas também ele também não viu se a cadeira já havia sido usada por outra pessoa. “[Antes de entrar] nós estávamos do outro lado do brinquedo, então a gente não tinha visão. Nós usamos o brinquedo na terceira ou quarta rodada do dia”, disse.
Silmara disse não entender por que não havia um funcionário para checar, antes da subida, se as travas estavam presas de fato. “Nós moramos no Japão há 19 anos, já fui em muitos parques lá. Toda vez que sentamos em um brinquedo, vem um funcionário e checa cada brinquedo, faz essa inspeção na hora, com cada um. Mas com a gente não foi feito isso aqui no Brasil. E eu perguntei pra várias pessoas. Esse procedimento não é feito no Brasil ou não é feito no Hopi Hari? Mas ninguém me respondeu”, disse.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Centenas de professores tomaram as principais ruas e avenidas de Tutóia em reivindicação de salários [bônus]


Na manhã desta sexta feira [13], professores e servidores públicos municipais realizaram passeata em reivindicação de direitos :  Os professores lutam por adequação do Piso Salarial Nacional para a categoria, atualização do Plano de Cargos e Salários, aplicação dos 60% do FUNDEB – Fundo Nacional de Manutenção da Educação Básica, entre outras reivindicações.
O movimento partiu da sede do Sindicato dos Servidores, tomou as principais ruas e avenidas da cidade. A primeira parada aconteceu em frente ao Fórum e as demais, no Ministério Público Estadual, na Prefeitura e na Secretaria de Educação. A cada parada os manifestantes entoavam o Hino Nacional e proferiam discursos em favor dos direitos da classe e da Educação de Tutóia, como merenda escolar, bônus salarial com as sobras do Fundeb, de 2009, 2010 e 2011.
Muitos outros segmentos sociais de Tutóia aderiram ao movimento como CDL-Câmara dos Dirigentes Lojistas de Tutóia, SINTRAF- Sindicato da Agricultura Familiar, além de civis.
A Polícia Militar e Guarda Municipal foram notificadas e garantiram a orientação do trânsito, inclusive, realizando desvios.
Para os líderes do movimento o resultado é positivo, uma vez que estes afirmam estar sendo lesados nos seus direitos salariais. O motivo principal da manifestação se sustenta na luta pelos direitos preconizados nas Leis do Piso, LEI Nº 11.738, DE 16 DE JULHO DE 2008, e Lei do FUNDEBE, LEI Nº 11.494, DE 20 DE JUNHO DE 2007.
Tentamos ouvir da Secretaria uma opinião, mas ninguém quis falar. Conversamos ainda com o advogado da Educação de Tutóia, mas este não quis dar entrevista, falou informalmente que o município [no caso a Secretaria de Educação] não havia sido notificado, oficialmente, da manifestação.
Fotos. Clique nas fotos para ampliar.